domingo, 25 de julho de 2010

Na Forma da Lei

Este blog tem o costume de comentar sobre séries que são exibidas e produzidas na TV norte-americana. No entanto, devo abrir uma exceção dessa vez para comentar uma série digna de aplausos, e que dessa vez é produzida e exibida aqui mesmo. Estou falando sobre a série global “Na forma da lei”.
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A história, para quem não conhece, gira em torno de um grupo de pessoas que se unem a fim de vingar a morte de um amigo, assassinado brutalmente pelo filho de um poderoso senador de Brasília. A premissa da história já é bastante promissora, e o que vemos na telinha é, na melhor das definições, acima da média.
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Num jogo de gato e rato, em que a cada episódio os justiceiros parecem estar prestes a pôr as mãos em Maurício Viegas, este lhes escapa por entre os dedos, finalmente percebe-se certa coragem da TV brasileira em exibir cenas fortes, como a tortura sofrida pelo personagem de Kadu Moliterno no episódio da semana passada que culmina numa execução com um tiro na cabeça, numa cena chocante, tanto pelo desenrolar da história, como pelo fato de que esse tipo de cena ser raro de se ver na TV aberta.
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Claro que nem tudo é perfeito; Luana Piovani definitivamente não convence como uma delegada linha-dura, e o texto por vezes deixa a desejar, como nos diálogos entre Luís Melo e Márcio Garcia, onde os dois atores parecem competir para ver quem faz a melhor cara de mau. Há que se destacar também a falta de aproveitamento de personagens que poderiam ter uma participação melhor, como Carolina Ferraz, Monique Alfradique, Paulo José e Ewa Wilma. Além disso, a qualidade da produção está a anos-luz de alcançar as produções norte-americanas, mas já se percebe que as emissoras brasileiras estão começando a investir melhor no formato seriado, visto que é um produto de duração indefinida.
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Por: "LP"

sábado, 10 de julho de 2010

Crítica: ESPN

Sempre gostei da ESPN. É uma rede de TV que tem mesas-redondas bem legais, com comentaristas especializados e que dão uma boa dinâmica aos assuntos tratados por eles. No entanto, de uns tempos pra cá, venho me desanimando completamente com o que eu vejo lá. Se por um lado não assisto nenhuma discussão sobre futebol no Sportv, por considerá-los um bando de “vaquinhas de presépio”, sem opinião própria e presos pelo acordo da Rede Globo com a CBF, por outro venho criando igual repugnância pela ESPN, que ultimamente tem seus comentaristas se auto-intitulando os “paladinos da justiça”.
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Tal qual aquelas velhas chatas dos desenhos animados, para eles nada nunca está bom, foi OK, foi maravilhoso. Sempre tem um porém, sempre teve algo faltando, e o que é pior: a crítica é sempre feita apenas pelo prazer e pelo “dever” por eles proclamado de criticar. Isso enjoa. Isso dá sono.
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Outro dia, vi o José Trajano (maior expoente desse caminho pelo qual a emissora resolveu enveredar) dizer que o papel da imprensa é “investigar e denunciar”. Ora, não sou jornalista, mas ao que me consta, o papel da imprensa se restringe a informar e principalmente com isenção de fatos. Investigação é trabalho da polícia.
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Assistindo á cerimônia de apresentação do emblema para a Copa de 2014, eu rapidamente mudei de canal para a ESPN, pois fiquei curioso sobre quais defeitos seriam apontados dessa vez pelos “jornalistas sérios e críticos”, a “verdadeira imprensa” como eles mesmos fazem questão de dizer (sem perceber que os elogios verdadeiros são aqueles vindos de terceiros, não de si próprio). Disseram que a cerimônia foi feia, foi sem-graça e criticaram até a dupla de apresentadores do evento, única e somente pelo fato de serem funcionários da Globo, nada mais. Disseram que o emblema é feio, que as músicas foram chatas (nessa hora pensei nas músicas que o José Trajano costuma colocar pra tocar no Pontapé Inicial e contive um riso), e desataram a falar mal da Rede Globo, coisa que já se tornou rotina no canal, esquecendo nesses momentos a ética que eles tanto se orgulham de ter.
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Algumas vezes eles até caem em contradição. O Mauro César Pereira (outro empolgado demais quando tem que criticar alguma coisa), encheu a boca diversas vezes pra dizer que quem faz um trabalho jornalístico sério, o faz com isenção, e que jornalista sério não torce pra time nenhum, nem pro Brasil na Copa. Cinco minutos depois, Juca Kfouri (torcedor declarado do Corinthians), anunciou que torceria pro Brasil com afinco (contive outro riso nessa hora).
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O texto já está longo demais, e tenho outras tantas coisas pra falar sobre isso, mas vou parar por aqui. A ESPN fala tanto que são os “guardiões” da ética e da clareza jornalística, mas aí eu me lembro de uma famosa frase de Platão: “quis custodiet ipsos custodes?”, ou simplesmente “Quem guardará os guardiões?”.
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Por: LP

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Glee: Laryngitis

Comentários do episódio 1x18 de Glee, exibido em 11/05 na TV americana.
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Quando eu digo que Glee tem potencial para nos apresentar episódios em alto nível, e chego até a criticar severamente a série, é porque às vezes eu sinto falta de um episódio como esse “Laryngitis”, de longe o melhor que a série apresentou até agora. E tem um simples motivo: todos tiveram destaque. Nada de overdose de Rachel, todos cantaram seus solos e tiveram histórias desenvolvidas. Simples assim.
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Primeiro: Puck apareceu. Deram uma história bem cool pro personagem, que anteriormente se limitava a coadjuvar as histórias de Finn e Quin. Ele tentando conquistar a garota mais popular do colégio que (pasmem!), era a Mercedes, pra recuperar a sua popularidade foi muito engraçada. Melhor ainda foi o improvável duelo entre Mercedes e Santana, ri alto vendo as duas.
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Segundo: muito bem construída por roteiristas e atores, o desenvolvimento da história de Kurt e seu pai foi lindamente mostrado. Ser a pessoa que você é foi o grande lema do episódio e o Kurt tentando bancar o machão e tendo um caso com a Brittany (!) para depois abraçar o pai chorando foi um ponto alto não só do episódio, mas da temporada toda. Uma coisa que eu gosto muito em Glee, é o fato de o relacionamento entre pais e filhos ser REAL, e não como vemos muitas vezes por aí, com filhos gritando pros pais coisas que sabemos que eles não diriam nem baixinho, quanto mais em voz alta. Os pais não se rendem aos caprichos dos filhos, mas são pais de verdade, como o meu e o seu.
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Terceiro: Rachel me comoveu pela primeira vez na história. Começando com o castigo super bem-merecido da perda da voz justamente quando ela tentava jogar na cara de todos que era a melhor cantora do clube. E o Finn (que já esqueceu tudo o que aconteceu no episódio anterior, diga-se de passagem) resolve levá-la pra ver um garoto tetraplégico (by Luciana da novela). Confesso que nessa hora eu pensei “oh meu Deus, tô vendo a novela das oito, vai começar uma sucessão cafona de clichês que vai me fazer esquecer tudo de bom que teve nesse episódio”, mas a cena foi tão bem escrita, sem cair na pieguice, que até me comovi com a história e fiquei feliz quando Rachel recuperou a voz. Eba!
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Sue Sylvester teve apenas uma cena no episódio todo, mas eu gostei. Virei fã de Jane Lynch.
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Aquela chata que apareceu do nada no episódio anterior também sumiu do nada nesse. Espero que não volte. Jesse não apareceu no episódio. Também não fez falta.
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Por: “LP”

Lost: Across The Sea

Comentários do episódio 6x15 de Lost, exibido em 11/05 na TV americana.
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Ninguém pode reclamar que Lost não traz respostas. Não mais. Se eles revelassem mais do que foi revelado no episódio dessa semana, Lost acabava hoje.
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Se, na semana passada identificamos o Homem de Preto como sendo o grande vilão da trama, hoje vimos os motivos que ele teve para ser assim. Aprisionado desde sempre no lugar que ele odiava e sem ter nenhuma explicação para o fato de não poder sair, criado por uma mãe que lhe enganou a vida inteira (“Tive uma mãe louca.”, lembra da conversa dele com Kate?), dá pra entender perfeitamente como ele acabou agindo posteriormente. E uma coisa que muito me fascina em Lost é o fato de ninguém ser tão onipotente assim. Quem diria que o poderoso Jacob também um dia foi alguém com angústias e sofrimentos?
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Gosto também da dubiedade dos personagens. Ninguém é simplesmente bom ou simplesmente ruim, como muitos insistentemente insistem em mensurar quando comentam Lost. Essa dicotomia bem/mal não se aplica à complexidade da série. Rotular os personagens desse modo é diminuir significativamente o propósito da série.
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Tivemos a explicação da roda construída na estação Orquídea (lembra aquela que o Bem girou?). Tivemos a revelação de quem eram o Adão e Eva, os esqueletos encontrados por Jack e Kate na primeira temporada. Descobrimos como surgiu o monstro de fumaça. Se isso não é um episódio sensacional, não sei mais o que é.
Por: “LP”

sábado, 8 de maio de 2010

Glee: Bad Reputacion

Comentários do episódio 1x17 de Glee, exibido em 04/05 na TV americana
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Não gosto quando Glee deixa a disputa pelo campeonato de lado pra fazer um episódio “encheção de lingüiça”, como foi o dessa semana. Eu já disse isso anteriormente, e repito agora. O episódio até mostrou algumas cenas bem engraçadas, como a dança na biblioteca e o remake da horrível Run Joey, Run (muito hilário o antigo diretor do coral como o pai da Rachel no clip), mas no todo o episódio não passou de um mero filler, e dos bem ruinzinhos.
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Novamente, somente a Sue Sylvester se salvou nesse episódio, com suas tiradas que continuam sensacionais e a performance de Physycal, que ficou bem cool.
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Falando nela, ainda não consigo entender como os personagens principais continuam tão influenciáveis perante a Sue, que já provou de todas as maneiras que não é confiável, e a tonta da vez foi a Emma, e com relação a isso eu só posso dizer que o lado bom foi o fim do relacionamento sem sal dela com o Will.
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Agora, quem diabos é aquela mulher na sala dos professores que entrou do nada na série e não tem graça nenhuma (apesar de se esforçar muito pra isso)? Fisicamente ela parece a Tina Fey. Humoristicamente, parece o Didi.
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E então, eu fiquei na dúvida agora sobre qual é a do Jesse. Ele é ou não um espião do Vocal Adrenaline? Era e não é mais, porque se apaixonou pela Rachel? Ou ainda é, e está fazendo jogo duro só pra Rachel se sentir culpada?
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E a historinha non sense da Glist só serviu pra dar uma finalidade pra Quin Fabray, né? Sério, porque ela estava completamente avulsa nos últimos episódios, a história dela com o Puck não rende e os roteiristas provavelmente tinham que dar uma direção à personagem, porque tirando a conversa dela com a Mercedes no episódio anterior, não lembro de nenhuma cena importante dela desde o episódio 13.
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Gente, não me levem a mal, eu adoro a série (vide meus comentários do episódio anterior), mas que esse episódio foi chato, foi.
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P.S.: Provavelmente daqui a alguns anos, alguém pode usar isso contra mim de algum modo, mas vou falar só uma vez. Total Eclipse of Heart, a música mais brega de todos os tempos, até que ficou bem legal... Pronto, falei!!!
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Por: "LP"

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Lost: The Candidate

Comentários do episódio 6x14 de Lost, exibido em 04/05 na TV Americana.


Terminei de ver o episódio de Lost dessa semana em completo estado de choque. Porque sempre que a série ousava se despedir de um personagem importante (e por importante, leia-se um dos sobreviventes que nos acompanham desde a primeira temporada), nós ficávamos tristes, pensando naquelas mortes que seriam grandes perdas para a série, e também porque já éramos apegados aos personagens. Agora imagina essa perplexidade multiplicada por três!
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O episódio em si já foi espetacular, mas tudo ficou apagado quando o Sayid cometeu um ato heróico, se sacrificando pelos outros (provando que sim, ele ainda tinha bondade em seu coração). Mas o grande momento foi quando Sun fica presa nos escombros do submarino e morre ao lado de Jin, num momento que, com certeza vai entrar fácil, fácil entre os mais emocionantes da história de Lost. Eu particularmente sempre achei a história do casal de coreanos a menos interessante da série, mas é inegável que, a despeito disso, eles tinham uma grande importância na trama.


Então era tudo um plano do Fake Locke? E por um momento eu ainda pensava que ele era gente fina... E agora ele vai “terminar o que começou”. Medo. E o Widmore, pra onde foi? E a Zoe, que eu pensava ter uma maior importância na história? E o Jacob, que sumiu? E onde foram parar o Ben, o Miles e o Richard Alpert?
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Só mais uma coisa: o Hurley chorando a morte dos amigos foi a coisa mais triste que eu já vi em Lost.

Por: "LP"

domingo, 2 de maio de 2010

V: Heretic’s Fork e Fringe: Brown Betty

Comentários do episódio 1x09 de V, exibido em 26/04 na TV americana, e do episódio 2x20 de Fringe, exibido em 29/04 também lá fora.


Desde que foi anunciado que algumas séries da rede ABC, inclusive Fringe, iriam fazer uma homenagem a Glee, com episódios musicais, imediatamente fiquei com um pé atrás, porque apesar de gostar das duas séries, qualquer um percebe que são completamente diferentes.
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E o que passou essa semana nos EUA, até que não foi ruim. Construíram uma história bonitinha, com a parábola do coração de vidro, com aquela aura de filme noir, com os personagens em looks bem anos 50. E olha que o Walter e a Olivia cantando foi bem legal, e o Peter dançando com a Olivia foi muito cool. E eu acho que em circunstâncias normais nunca veríamos o Broyles sentado na frente do piano, cantando blues com um chapéu panamá na cabeça. E o que foi o Walter fumando maconha? E o que foi um bando de Observadores trabalhando a serviço da fake Massive Dinamic?
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No entanto, eu acho que esse é um tipo de episódio que, se feito, deveria fazer parte de um começo de temporada, e não nessa etapa em que a história está pegando fogo e estamos preocupados mais com o que aconteceu com o Peter e quem era o homem do outro lado da ponte. Tudo bem que serviu pra gente se divertir um pouco com a série, que normalmente tem um clima mais sombrio, mas definitivamente esse é um tipo de episódio que não combina muito com o que a série propõe.
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V essa semana foi bem caído né? Tipo, o episódio dessa semana toda vez que prometia algo, decepcionava.
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1) O Ryan diz pra Val que vai levá-la pra um local em que os V nunca a encontrariam... e é apenas uma casa na montanha.
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2) A Anna diz que vai mandar um dos temidos soldados que nunca pisaram na Terra pra achar a Val, e nós ficamos morrendo de medo... e é apenas um V um pouquinho mais resistente.
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3) O carinha que foi pego pela Quinta Coluna finalmente captura alguém que pode dar várias informações sobre os V... e é apenas um humano que adora os V porque curaram a filha dele.
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4) A Érika decide contar a verdade pro Tyler... e desiste pela milésima vez.

Fora que nada de mais importante aconteceu né? Pra não dizer que nada de legal aconteceu nesse episódio, o ponto alto foi o Chad, que se antes era um personagem bem chato, agora está segurando o episódio nas poucas cenas em que aparece (a que ponto chegamos...).
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Pra encerrar, quem mais torce pra que o Tyler tenha uma morte lenta e dolorosa?
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Por: “LP”

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Glee: Home

Comentários do episódio 1x16 de Glee, exibido em 27/04 na TV americana.

Sempre disse que Glee é uma série para assistir descompromissadamente, sem esperar textos primorosos ou histórias complexas e inteligentes. No entanto, o episódio dessa semana de Glee, superou qualquer expectativa que eu jamais tive sobre a série.
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Inesperadamente, Glee nos brindou com uma história tão envolvente quanto emocionante, em que, apesar de os personagens apresentarem conflitos diferentes, descobrimos ao final, que todos eles buscavam apenas um lar, como o próprio nome do episódio sugere.
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Não vou dizer aqui que as histórias dos personagens são originais, porque sabemos que não são. Mas às vezes, um clichê, quando bem escrito e contextualizado, pode transformar uma história que já foi contada várias e várias e várias vezes em outras séries e filmes continuar a ser interessante, simplesmente porque nos importamos com os personagens.
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Nós sempre vimos como a Mercedes era segura de si própria, e isso se via inclusive nas músicas que cantava. No entanto, como qualquer outra adolescente, ela sempre quis ser aceita pelos demais, e quando isso veio através da oportunidade de ser uma Cherio, ela viu a possibilidade de perder aquilo pelo qual lutou quando Sue Sylvester a colocou na parede para perder peso. E todo o drama da personagem foi lindamente contado até o momento da conversa com a Quin, para culminar naquela maravilhosa interpretação de Beautiful.
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Vimos a dor de Kurt, que viu seu plano de morar com Finn se voltar contra ele próprio quando viu a alegria de seu pai ao ter o filho que sempre quis. E a dor do próprio Finn, que finalmente tirou aquela cara de retardado que lhe é peculiar, tendo que aceitar a continuidade da vida de sua mãe sem a presença do pai verdadeiro. Quem não ficou emocionado ao ver a conversa de Finn com sua mãe? Vimos a dor de April, que continua solitária, mesmo tendo várias pessoas ao redor, e compensa essa solidão na base do alcoolismo.
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Incrivelmente esse episódio não apresentou os números musicais mais inspirados, como vimos em outras oportunidades. O drama dos personagens segurou o episódio sem precisar de enrolações. Disse há algumas semanas que gostaria de ver um pouco mais de Kurt e Mercedes, e fico feliz que isso tenha acontecido. É estranho que num episódio tão bom como esse a Rachel tenha ficado apagada. É bom que isso tenha acontecido, pois ultimamente vimos uma overdose de Rachel que acabou desgastando um pouco a personagem.
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Pode até ser que na próxima semana, Glee venha com um episódio como os anteriores: legalzinho, mas nada genial. Mas, quer saber? Não me importo. Se, de vez em quando, exibirem um episódio com a profundidade e beleza que esse teve, já fico feliz. É muito bom quando a gente se surpreende assim com uma série.
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Por: “LP”

quarta-feira, 28 de abril de 2010

24 Horas: Day 8: 10:00 a.m. To 11:00 a.m.

Comentários do episódio 8x19 de 24 Horas, exibido em 26/04 na TV americana.

Prepare-se: porque eu vou xingar. Vou xingar muito. Muito mesmo.


Sem dúvida essa última temporada de 24 Horas está sendo decepcionante (na verdade eu acho que está uma $@*&;*!?%) em muitos aspectos. O episódio dessa semana me fez ter vontade de jogar o meu computador no chão e pisar em cima dele (assim como Seu Madruga e seu chapéu), simplesmente porque estão desconstruindo duas personagens que eu sempre achei sensacionais.

Primeiro: eu sempre sonhei com o dia em que eu veria minha musa da computação Chloe O’Brien como chefe da CTU (inclusive fiquei super empolgado quando no episódio anterior a Presidente Taylor a elogiou; Chloe rocks!). E, quando esse dia finalmente chega, ela age como todos os outros diretores que a CTU já teve nessas oito temporadas de série, tentando impedir o Bauer de fazer o que ele tem que fazer. Fala sério, a Chloe era a única personagem em quem o Jack confiava plenamente, isso era o que a tornava sensacional, além do seu mau-humor. Que sacanagem dos roteiristas...


Segundo: o que fizeram com a Presidente Taylor? Depois que o inesquecível Presidente Palmer se foi, ela foi a única Presidente que conseguiu uma empatia com o público, e isso porque ela fazia sua política nos moldes do falecido. E eis que ressurge Charles Logan, responsável pela morte do presidente mais querido da história, e que antes era um bundão, só que agora nem é mais tão bundão assim, e consegue influenciar de forma contundente Allison Taylor que chega a dar azia. Ela se tornou o que Charles Logan foi na quinta temporada da série.

É claro que é tudo pelo bem maior, como a própria presidente disse ao chefe de Gabinete, mas nada justifica o que ela está fazendo. Não imagino outro final pra ela a não ser perdendo a presidência. Triste linha que foi dada a uma personagem que tinha tudo pra ser marcante na história da série.


E aquele russo tentando a todo custo fazer cara de mau (infelizmente comigo não cola; pra mim ele parece mais um boneco de neve, falta só a cenoura no nariz)? E a operação de busca à Dana Walsh que o Jack fez foi bem caída né (tá, eu sei que ele na verdade só queria recrutar o Cole pra ajudar ele, mas o que ele pretende fazer?).

Ai, que saudades dos chineses... Êta tempo bom...

Por: “LP”

domingo, 25 de abril de 2010

Fringe: The Man From The Other Side

Comentários do episódio 2x19 de Fringe, exibido em 23/04 na TV americana.



Em meio a tanta coisa boa que vinha acontecendo nessas últimas semanas em Fringe, se tinha algo que me incomodava um pouco era o fato de que a história envolvendo Newton e os transmorfos havia sido deixada de lado desde o episódio 2x10. Bom, nesse episódio, a trama evoluiu de uma forma tão singular nesse sentido, que satisfez qualquer um que ainda ousasse criticar esta espetacular segunda temporada da série.

A história enolvendo os pontos de triângulação foi tão bem escrita, tão amarradinha e explicadinha, que por um momento eu esqueci que a série é apenas ficção (coisa que vem acontecendo frequentemente, estou quase acreditando em universos paralelos e um dia ficarei louco que nem o Walter), e isso é o que mais me fascina na série. Tipo, ninguém resolve do nada que vai fazer algo, sempre há uma explicação para nós mortais que não entendemos muita coisa de física quântica...

E o sr. Secretário, quem será? Era ele quem escrevia naquela máquina de datilografar do outro lado do espelho, no começo da temporada (vocês lembram disso, não?)? Agora, vamos combinar que ia ser muito cool se fosse o Walter da realidade paralela, disposto a recuperar seu garoto Peter!!! Uma batalha entre os dois Walter, já pensou?

E, como se não bastasse tudo isso, finalmente tivemos o momento pelo qual esperamos desde o fim da temporada passada, a descoberta de Peter, que ocorreu de forma bem legal. Tipo, imagina você descobrir que pertence a outra dimensão, e que seu pai, na verdade não é o seu pai, mas a figura dele na realidade alternativa? Entendeu? Imagina então o Peter... Apesar de gostar muito do Walter, simpatizar bastante com o personagem, é compreensível a reação do Peter, não?

E pra onde o Peter foi? E quem era o homem caminhando na ponte (que estava inteira na realidade paralela, oh god)? Será que ele era o Secretário? Agora, refletindo sobre o episódio fica claro que é. Ai, que nó na cabeça!!!

Por: "LP"

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Glee: The Power Of Madonna

Comentários do episódio 1x15 de Glee, exibido em 20/04 na TV americana.


Sempre que Glee resolve dar uma parada na história que envolve o campeonato regional, a série sai um pouco dos trilhos, e a única coisa que costuma salvar o episódio são os números musicais, sempre muito bem coreografados e dirigidos. Mas, como toda regra tem a sua exceção “The Power Of Madonna”, apesar de ser um mero filler na temporada, conseguiu nos fazer esquecer por 40 minutos a disputa do campeonato para nos mostrar um episódio em que, mais do que qualquer um, Sue Sylvester brilhou.

Desde a insana idéia de tocar as músicas da Madonna no interfone do colégio à performance inacreditável de Vogue, Sue mostrou toda a sua loucura disfarçada de fanatismo e nos fez vibrar e até torcer um pouco pela personagem. Fala sério, o que foi a Sue vestida de Madonna, se retorcendo na frente do piano, enquanto Kurt e Mercedes faziam backing vocal? Will, i hate you, no meio da música. I love it.



Também achei sensacional a performance de Like a Virgin, na voz de Rachel, Finn e Emma (!), achando o tom e o momento certo da música, sem precisar ser apelativo. Mas continuo achando Will e Emma o casal mais chato da história.

Pelo menos o Jesse deixou de ser caricato demais nesse episódio, pelo menos até a parte em que ele desafia o Finn pra uma disputa de canto no estacionamento do colégio (what??); a gente podia ter ficado sem essa. No entanto, achei injusto da parte do Will impor a presença dele no clube, sendo que todos se opuseram a entrada dele nos New Directions.

E o que foi o Will finalmente pagando os insultos da Sue na mesma moeda? Adorei. E parece que o Kurt e a Mercedes perceberam o que eu disse na semana passada: dão todos os solos pra Rachel e pro Finn e esquecem que os dois também têm talento. Pelo menos agora que os dois entraram pro time das Cherios, o Will deverá perceber o que perdeu e dar, a partir de agora, a atenção que os dois merecem.


Falando nas Cherios, muito boa também a performance de Four Minutes, hein?

Só eu acho isso, ou agora que a Quin Fabray se tornou uma garota legal, não mais popular, não mais bitch, ela perdeu a graça, hein? E o Puck, mais sumido no episódio, impossível. Até o garoto asiático que eu nem lembro o nome teve mais destaque que ele. E o que aconteceu com a esposa do Will? Morreu?

Por: "LP"

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Mais um sensacional episódio de Lost e o final magnífico de Damages

Comentários do episódio 6x13 de Lost, exibido em 20/04 nos EUA, e do season finale de Damages, exibido em 19/04 na TV americana.



Desde que essa última temporada de Lost estreou na TV americana, lá no dia 2 de fevereiro, muita gente torceu o nariz pra história das realidades paralelas, dizendo que era perda de tempo, que não fazia sentido nenhum, entre outras várias razões. Fato é que o episódio de ontem ("The Last Recruit") foi simplesmente espetacular, na medida em que todas as histórias da realidade paralela mostradas ao longo da temporada foram se cruzando. Vai dizer que não foi divertido ver todos os personagens principais da série se encontrando em situações bem diferentes durante o episódio?

Na ilha, as peças que foram cuidadosamente postas no tabuleiro finalmente estão se movendo, e a guerra mencionada pelo Locke Fake finalmente teve seu início com as bombas caindo do céu e a espantosa traição de Widmore frente a Sawyer. Também deve ser mencionada a cena do reencontro entre Sun e Jin, depois de tanto tempo afastados, que foi emocionante sem cair na pieguice.

Agora, de tudo o que aconteceu nesse episódio, aquilo que mais chocou foi a atitude de Jack, que deu o salto de fé tão pedido pelo verdadeiro John Locke desde o começo da série. É claro que desde a quarta temporada já víamos um Jack mais crente no destino, mas essa ação dele foi a grande prova, o momento em que ele definitivamente se despiu do ceticismo que era típico de seu personagem desde sempre.

Roteiristas, por favor: matem o Sayid. Sempre gostei do personagem, mas vê-lo agindo como um zumbi (que mais me parece a hiena daquele desenho antigo que vivia repetindo "Ó vida, ó azar!") é um desrespeito com tudo o que ele já representou na série.

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E o final de Damages, hein? É incrível como os roteiristas da série conseguem amarrar todas pontas soltas e dar finais satisfatórios pra todos os personagens. Mas, vamos por partes:

A morte do Tom foi muito bem esclarecida, mas que sacanagem da equipe de edição, hein? Nos provocaram desde alguns episódios atrás com um suposto suicídio do advogado, intercalando suas cenas futuras com alguém se jogando de uma ponte pra só no último episódio sermos informados que quem se matou havia sido a mãe do Joe (!). Adorei isso.

Frobisher finalmente foi preso pelo assassinato do David, coisa que estavam nos devendo desde a primeira temporada, mas aí é que eu encontrei o único ponto fraco do episódio. Como assim o Wes passa meses sem aparecer, e quando aparece, do nada ele resolve que fez coisas ruins e tem que fazer o Frobisher pagar por isso, mesmo que tenha que ir pra cadeia? Simulação de cena na sala dos roteiristas:

Roteirista 1: Cara, eu tinha esquecido, a gente tem que dar um fim pra essa história do Frobisher.

Roteirista 2: Bicho, agora que tu vem me lembrar disso? Faltam só dois episódios pra acabar a temporada!

Roteirista 1: Já sei! Vamos trazer o Wes de volta. Ele pode confessar tudo e mandar o Frobisher pra cadeia!

Roteirista 2: Mas que motivações ele teria pra fazer isso? Ele vai pra cadeia também...

Roteirista 1: Ninguém vai perceber! Vamos logo que o tempo tá acabando.

Fim da silmulação.

Aliás, toda a história envolvendo o Frobisher nessa temporada me pareceu ser uma perda de tempo.
E o que foi o Michael batendo no carro da Patty? E o que foi a Patty colocando a Jill na cadeia? Moral da série: nunca, eu disse NUNCA, mexa com Patty Hewes.


Sensacional o desfecho do caso Tobin e do Lenny. Martin Short deu show nessa série. E matador o final do episódio com aquele diálogo nada menos que fenomenal entre Patty Hewes e Ellen Parsons.
Dizem que a série, apesar de repleta de prêmios em sua estante, está com riscos de ser cancelada. Se isso acontecer, será uma grande perda para a qualidade do que passa na TV. Enfim, já estou com saudades de Patty Hewes.

Por: "LP"

domingo, 18 de abril de 2010

Supernatural - 5x16. Darkside in the moon.

Comentário com o resumo do episódio 5x16 de Supernatural (Darkside in the moon), exibido pelo Warner Channel em 15/04.

Roy e Wall, dois caçadores já conhecidos por Dean e Sam, os rendem no início do episódio e são mortos, sendo levados para o céu.

O episódio foi por mim considerado "bom"; no entanto continuam fazendo uso do termo "apocalipse" de uma forma bem acatada. Dean e Sam vão parar no céu. (Ou podemos dizer "outra dimensão"?). O que me deixou bem empolgado no início foi o conflito de lembranças boas, pois a percepção de "céu" da série foi finalmente apresentada. Zach (ou Zacharias) foi o principal antagonista do episódio, o que é questionável por ser um arcanjo.
Sem contar com Ash, outra memorável personagem da série que reapareceu, e Pamela, que pra quem viu a 4º temporada e deve se lembrar daquela cega que morreu por ver um anjo na sua verdadeira forma, e que chega a beijar Dean nesse episódio. A mãe dos irmão Winchester, Mary, também aparece no "céu fragmentado" (podemos dizer assim pela explicação de Ash), nas lembranças de ambos os irmão, porém sob influência de Zach.
Achei bacana como envolveram as emoções do Dean em relação às lembranças de Sam, o que de longe são felizes, mas longe do conceito de família, aborrecendo Dean. Outro momento que marca esse episódio é quando Joshua (um anjo que se comunica com Deus) impede Zach de fazer suas "maldades" (que palavra pra um anjo!),
Mas a reviravolta do episódio ocorre quando Joshua conversa com os irmãos sobre Deus, dizendo que ele não mais interferiria contra o apocalípse, sem muitas explicações, tirando o fato de já ter mexido uns pauzinhos para Dean e Sam, e para Castiel também. E agora? Acho que Dean diria "sim", e seria o receptáculo - que seria seu destino, mas algumas coisas nessa temporada deixaram ele como: "não aguento mais!", depois do Episódio 5x14 podemos mesmo concluir isso. Foi bem perceptível no fim do epidódio a decepção do Dean, mesmo com a baita "força" que Sam tentou lhe dar.
O que me deixou muito pensativo sobre foi quando Ash conversou com os irmãos Winchester e disse que eles já haviam passado várias vezes por ali, e sobre o céu abordado, um fragmento, com lembranças pessoais dos indivíduos, foi realmente interessante.
O próximo rumo da série é o episódio: "99 Problems", um título bem significativo pra descrever a atual situação dos irmãos.
No Brasil o próximo episódio vai ao ar quinta-feira às 22h na Warner Channel.

Por: "Ítalo A."

sábado, 17 de abril de 2010

Fringe: White Tulip

Comentários do episódio 2x18 de Fringe, exibido em 15/04 nos EUA.

Lindo. Tocante. Comovente. Raras vezes uma série conseguiu manter uma sequência de episódios em um nível tão impecável como Fringe está fazendo nesta segunda temporada. Desde a ida à Jacksonville no episódio 15, passando pelo mega-flashback de Peter no episódio 16 e as mortes dos pacientes do Cortexiphan no episódio 17 até chegar neste excelente White Tulip que nos mostrou, na figura do Dr. Alistair Peck a personificação de toda a dor de Walter Bishop no passado ao perder seu filho, e disposto a sacrificar a vida de muita gente para poder ter de volta aquela que ama. Pela primeira vez na série, não senti falta de Nina Sharp e sua misteriosa Massive Dinamycs em um episódio.

O episódio começou como apenas mais um caso qualquer, com várias pessoas literalmente "desligadas" dentro de um trem (medo!), e nos levou a crer que era apenas um episódio filler, coisa que já virou tradição na série de vez em quando. Mas, quando o Dr. Peck volta no tempo e tudo começa de novo, tivemos o primeiro momento whadahell is going on? que viria seguido de muitos outros, até culminar naquele momento lagriminhas nos olhos, quando o nosso doutor recebe a tulipa branca pelo correio. Um sinal de Deus.

Com direito a uma conversa singela e tocante entre os dois doutores, duas pessoas que se compreendiam perfeitamente, o caso do episódio serviu como um reflexo do dilema de Walter entre continuar a ter a confiança e o respeito de Peter ou contar a verdade e arriscar a por toda a parceira e amizade construida entre pai e filho ao longo dos ultimos meses a perder.

Com a certeza inevitável de que uma hora ou outra  Peter deve descobrir tudo, Walter, num momento compreensivo de covardia, posterga a hora da verdade, para continuar fazendo uso de sua felicidade, que, sabe ele muito bem, foi construída em areia, só esperando que uma onda um pouco mais forte a leve.

Por: "LP"

sexta-feira, 16 de abril de 2010

LOST - Todos Amam o Hugo!

Comentários do episódio 6x12 de Lost (Everybody Loves Hugo), exibido esta semana nos EUA.

Dos 112 episódios que Lost já exibiu, talvez seja esse aquele com o título mais verdadeiro, mais real, afinal, quem aqui não tem o dude como um de seus personagens preferidos na série, desde que ela estreou em 22 de setembro de 2004?

Durante 6 anos, amamos e odiamos vários personagens da série, seja Jack Sheppard e sua outrora irritante necessidade de consertar tudo (tá, ele agora se conformou que não pode fazer isso sempre), seja Kate Austen, fugindo de tudo e de todos e até de si mesma, o fato é que Hugo Reyes foi o único personagem que não despertou um sentimento negativo de qualquer fã de Lost, apesar de ser um dos personagens que mais mudou desde o início da saga.
Hurley sempre foi aquele cara ingênuo, com tiradas engraçadas, a pitada de humor numa série dramática ao extremo, e nas temporadas iniciais sua função aparentava ser apenas essa. Mas aí descobrimos ser o Hugo um dos pilares centrais dessa última temporada e (pasmem!) assumindo um papel improvável de liderança, com Jack Sheppard o seguindo (!), passando a perna em Richard Alpert e encarando o Locke Fake. Vale dizer que não apenas Hugo Reyes evoluiu ao longo da trama, mas também o seu intérprete Jorge Garcia, que desde a 4ª temporada, já vem dando um tom um pouco mais sombrio ao seu personagem, sem claro, perder a ingenuidade que lhe é característica.

E o que foi a morte da Ilana? Medo do que o Ben disse; o que a ilha fará quando não precisar mais dos losties? E o que foi o Desmond atropelando o Locke? Será que ele achava que aquele era o Locke do Mal? Eu particularmente acho que Desmond queria um encontro entre Locke e Jack, e que cenário melhor do que um hospital? E o que foi o Fake Locke empurrando o Desmond no poço? “Você não está com medo?” “De que adianta ter medo?” Whadahell is going on?
Eeeee, teve a volta de Michael, explicando os sussurros, mais um mistério resolvido! Explicação simples? Sim. Coerente? Claro! Eeeeeeeee, teve a volta de Libby! E Hurley encontrou um amor na realidade paralela!!!
Que venha o próximo episódio!

Por: "LP"

quinta-feira, 15 de abril de 2010

V (Visitors) - A Ficção científica agradou ?

Exibida no Brasil pela "Warner Chanell" e no EUA pela "TV ABC", a série V (Visitors) agradou bastante aos que gostam de ficção científica, pelo menos no seu início, sim, a série conquistou altos índices de audiência nos primeiros episódios, mas desceu a escada e perdeu boa parte da audiência nos seus 6 primeiros episódios nos EUA, no caso, mais da metade de telespectadores (de 14,10 milhões no 1º Ep. pra 6,02 milhões no 6º Ep.).



A Série sobre os "visitantes" gira em torno da sua chegada na terra, em 29 cidades do planeta em naves extraterrestres, Anna, a "líder" dos Visitantes é bonita e até mesmo idêntica aos humanos (fato explicado no decorrer dos episódios) diz aos humanos sua boas intenções ( "nós somos pacíficos, sempre"), e sobra a colaboração com a raça humana.
A trama, pelo que vi até agora, se desenrola quando a agente do FBI Erica Evans e seu parceiro Dale, em suas investigações descobrem que os Vs são répteis humanóides carnívoros que querem o controle do planeta usando a mídia. Iniciando uma resistência contra os "Vs".
Apesar das quedas de audiência, "V" apresenta uma boa cinematografia, efeitos muito bons e uma trama bem inteligente, que gerou muitas especulações sobre o assunto.


Uma curiosidade que andei pesquisando é que a líder "Anna", interpretada por Morena Baccarin, é brasileira, pra quem viu os vídeos promocionais viu que ela fala muito bem o português, e já deu as caras em outras séries como : "The Deep End", "Medium", "Numb3rs", "Dirt", "Heartland", "Stargate SG-1", "Las Vegas", "Justice", "Kitchen Confidential", "The O.C.", "Justice League" e "How I Met your Mother".


Achei na internet alguns artistas que fazem parte do elenco pra vocês conferirem:
  • Elizabeth Mitchell (lost) como Erica Evans
  • Morris Chestnut (Bones, ER) como Ryan Nichols,
  • Joel Gretsch (The 4400, Taken) como o padre Jack Larry,
  • Lourdes Benedicto (24, Dawson’s Creek, The Nine) como Valerie Stevens,
  • Logan Huffman como Tyler Evans,
  • Laura Vandervoort (Smallville) como Lisa,
  • Morena Baccarin (Star Gate SG-1, The OC) como Anna e
  • Scott Wolf (Everwood, The Nine) como Chad Decker.
Ainda sobre "V", notícias e comentarios dos Episódios.
levanta a mão quem odeia o imbecíl do tyler o/ ?


Por: Italo A.

Download : Glee "Hell-O" - 1x14

Ainda sobre a volta de Glee, já está para download o episódio "Hell-O" 1x14, bem recebido pelos Glee Fans.
Copie e cole o link do Upload na barra de endereço para fazer o download do episódio.

"Hell-O"
Episódio: S01E14
Tamanho: 156 MB
Exibição: 14/04/2010
Formato: Rmbv.
LEGENDADO

Upload : http://uploading.com/files/f8a44fd9/Glee_S01E14_pt_Lucqman_www.therebels.biz.rmvb/

Por : Italo A.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

"Hell-O" : O Episódio de Retorno de Glee.


Glee sempre foi daquelas séries que você assiste descompromissado, sem se preocupar muito com detalhes, como todas as séries teen se propõem a fazer: uma diversão leve, entretenimento por entretenimento.
E apesar de patinar um pouco em alguns episódios aleatórios dessa primeira temporada (coisa que sempre acontece quando o episódio se preocupa menos com o campeonato do que deveria), esse retorno à TV americana com o episódio 1x14 (“Hell-O”) mostrou um amadurecimento na série, que vai desde a atuação dos atores ao próprio texto em si. Pela primeira vez na série, houve uma dosagem correta entre as histórias e emoções dos personagens e a preocupação com a disputa do campeonato, agora focado nos regionais, já que as seletivas já foram ganhas.
Enfim, a GRANDE ameaça que paira sobre os New Directions desde o episódio piloto da série foi personificada, trazendo o grupo Vocal Adrenaline com seu vocalista principal e sua treinadora bitch aos holofotes da série.
E Rachel, mais uma vez, se mostra o elo mais fraco da corrente do grupo Glee. Apesar de ser a melhor cantora do grupo, ela ainda pode botar tudo a perder. Por favor, acreditar em qualquer coisa que a Sue Sylvester diga depois de tudo o que ela fez para acabar com o coral é ser ingênuo demais, até para os padrões da Rachel.
E Finn, apático que só ele, mais uma vez passa 40 minutos apagado com cara de toco, para só no final tomar uma atitude, mas aí o trem já havia passado e a Rachel já tinha caído no papinho “super conveniente” do “super cafona” e “super clichê” Jesse St. James.
Não posso deixar de destacar como Jane Lynch rouba a série toda para ela toda vez que a sua impagável Sue Sylvester aparece. Ela cortando o cabelo do garoto em pleno pátio do colégio (coisa completamente inusitada, mas vamos relevar) e dormindo com o diretor foram de chorar de rir.
Agora, é só eu, ou toda vez que aparecia o casal Wil&Emma com esse papinho de “nossa música” vocês tinham vontade de passar de cena? Com tanta coisa legal acontecendo, os produtores tinham que gastar tempo com isso? Really?
Pra fechar, o grupo Vocal Adrenaline cantando “Highway to Hell” do AC/DC foi muito cool (tirando aquelas labaredas gigantes no palco, que pareciam coisa de episódio do Chapolin).

P.S.: Sonho com o dia em que Kurt e Mercedes tenham um pouco mais de destaque na série...

Por : “L.P”

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